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sábado, 19 de dezembro de 2015

ELA NÃO CONSEGUIU SE MATAR


Essa história aconteceu nos anos 60,logo após o governo de Juscelino. Omezinda era uma mãe de santo que vivia bastante infeliz. Apesar de ter clientela que lhe rendia bom dinheiro, entre eles políticos e outras pessoas influentes, vivia sem paz em sua alma. E ficou tão infeliz, sem sentir a alma preenchida por algo que valesse a pena, que resolveu se matar.
A primeira coisa que lhe ocorreu foi se jogar na linha do trem. Foi para lá nesse propósito.
Chegando lá, após esperar pelo trem, perguntou a um desconhecido:
--- Moço, que horas passa o trem?
--- Para cima ou para baixo?
--- Tanto faz, disse o desconhecido.
O rapaz achou aquela resposta estranha. O que aquela mulher queria?
Arrastaram-se minutos, nenhum trem passava, e ela cansada de esperar. Até que ela viu, perto da estação, pessoas vestidas com beca de coral entrando em um templo da Igreja Batista de Cascadura.
Achou curioso isso e entrou no templo para assistir o culto. O coral cantou um hino que dizia:
"Vem, alma cansada, tomada de dor,
Entrega os cuidados na mão do Senhor;
A Cristo confia teu grande pesar
Pois nele descanso tu podes achar."
Aquelas palavras enterneceram seu coração profundamente, e ela sentiu uma coisa muito boa, que não sabia explicar.
O pastor começou a pregar seu sermão justamente em Deuteronomio 18, que fala contra o a invocação de espíritos. Ela perguntou quem contara a vida dela para aquele homem desconhecido. Deus falou ao seu coração, e, na hora que ele chamou à frente, ela foi, e aceitou Jesus como seu Salvador, e até hoje serve a Cristo, liberta das mãos de Satanás. Aleluia! Amém.

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